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Cidadania

Erika Hilton deve assumir presidência da Comissão da Mulher

Erika Hilton (PSOL-SP) deve assumir, nesta quarta-feira (11), a presidência da Comissão da Mulher, da Câmara dos Deputados. A chapa também é composta pelas deputadas Laura Carneiro (PSD-RJ), Delegada Adriana Acorsi (PT-GO) e Socorro Neri (PP-AC), que ocuparão, respectivamente, os cargos de primeira, segunda e terceira vice-presidentes.

A definição das presidências das comissões ocorre na reunião de líderes com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Para o ano legislativo de 2026, ficou acordado que o PSOL comandaria a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMulher), e, após diligências internas, o partido indicou o nome de Erika Hilton para a presidência.

Como a eleição ocorre por meio de chapa-única, os membros da comissão que não apoiam a indicação só podem registrar voto em branco. Caso o número de votos brancos seja elevado, a chapa pode ser rejeitada, obrigando o PSOL a apresentar um novo nome.

Este será o terceiro ano consecutivo em que o PSOL ocupa a cadeira da presidência da CMulher. Em 2025, a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) esteve à frente do colegiado. Além de iniciar a “bancada do cocar”, que trabalha em prol de direitos indígenas, Xakriabá promoveu ideia de “mulherizar” a política.

Erika Hilton processou feministas por transfobia

Erika Hilton tem travado embates judiciais com mulheres que criticam o fato de uma mulher trans assumir cargos destinados à defesa de pautas femininas. Um dos casos mais conhecidos envolveu a feminista Isabella Cepa, que foi alvo de um inquérito após questionar nas redes sociais que “mulher mais votada para a Câmara de Vereadores de São Paulo”, Erika Hilton, “era, na verdade, um homem”, em referência ao desempenho eleitoral de Hilton em 2020.

A denúncia apresentada pela deputada levou o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) a abrir investigação, posteriormente arquivada. Hilton recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o arquivamento, mas o ministro Gilmar Mendes rejeitou o recurso em decisão monocrática.

Outro caso ocorreu com Isadora Aquino, que se identificava como feminista e foi acusada de transfobia após divulgar um vídeo em que afirmava que mulheres trans seriam homens biológicos. A investigação também teve início após denúncia apresentada por Hilton ao Ministério Público Federal (MPF).

O caso chegou a repercutir internacionalmente, sendo citado em uma coluna do Wall Street Journal, jornal americano conservador, e motivou a organização Alliance Defense for Freedom a oferecer cooperação jurídica.

Matéria: Gazeta do Povo

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Gabriel de Melo

Criador, fundador e locutor da Rádio Esperança e também do Blog Palavra de Esperança, tem como objetivo divulgar o evangelho de Cristo par outras pessoas através da Internet por meio dos louvores e da palavra de Deus nas mídias sociais.

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