A esquerda desfilou… e foi rebaixada

Uma coisa não podemos negar: o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro, foi a cara da esquerda. Uso da cultura como palanque político financiado com recursos públicos, enredo com caráter abertamente pró-Lula e ataques simbólicos ao agro, aos cristãos e à família conservadora. Os impactos disso tudo foram maiores do que você imagina.
Enquanto Haddad aumenta impostos, a escola recebeu R$ 9,6 milhões em verba pública, com recursos oriundos da Prefeitura de Niterói (RJ), do Governo do Estado do Rio de Janeiro, do Governo Federal — por meio da Embratur — e da Prefeitura do Rio de Janeiro, via Riotur. Ou seja, o dinheiro dos brasileiros foi utilizado para financiar um desfile que, na prática, funcionou como peça de propaganda lulista.
E o envolvimento do governo federal não foi apenas indireto. A primeira-dama Janja da Silva esteve duas vezes na escola, em 7 de outubro de 2025 e em 7 de fevereiro deste ano. Seus deslocamentos, assim como toda a estrutura de segurança e assessores que a acompanham, também foram custeados com recursos públicos. Em uma das visitas, Janja estava acompanhada da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que, óbvio, nunca perde oportunidades desse tipo.
O presidente da escola, Wallace Alves Palhares, também foi recebido ao menos duas vezes no Palácio do Planalto, incluindo encontros com a ministra Gleisi Hoffmann, que é secretária de Relações Institucionais, função que não tem qualquer atribuição cultural direta, o que piora ainda mais a situação.
Diante de mais uma farra petista, entrei com representação no Ministério Público contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra a Acadêmicos de Niterói, por improbidade administrativa e uso de dinheiro público para promoção eleitoral antecipada.
Também protocolei uma representação no Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra Wallace Palhares por intolerância religiosa, diante de elementos do desfile que atacaram a fé cristã.
Carnaval é cultura, e fé é direito fundamental. Já a intolerância religiosa é crime, que eles parecem lembrar só quando convém
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Mas, passando dos absurdos à vergonha, o resultado final foi emblemático: a Acadêmicos de Niterói terminou em último lugar e foi rebaixada. O planejamento de vitrine política acabou se tornando um vexame carnavalesco.
No fim das contas, além do desperdício de milhões, o desfile despertou ainda mais indignação entre brasileiros, especialmente entre os cristãos, que somam cerca de 90% da população brasileira. A imprensa chegou a noticiar que auxiliares de Lula admitiram o desastre e atribuíram a “tragédia” na Sapucaí à influência de Janja, afirmando que o presidente teria embarcado na ideia para realizar um sonho dela.
Se for assim, que continue. Porque, a cada novo episódio, ela tem se consolidado como a verdadeira “camisa 10” da direita. Que, em outubro, possamos fazer o mesmo e “rebaixar” Lula do posto de presidente, para que o Brasil não afunde no lugar dele.
Matéria: Gazeta do Povo





