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“Até defecaram na estátua do Meu Marido!”

Querido diário,

Se eu tô furiosa? Imagina! Eu tô mais do que furiosa. Tô espumando de raiva. Com o populacho, com a filha do Lula, com o Lula e com a Mô. Se eu pego quem vazou a história pra imprensa… Dou uma de Alexandre de Moraes e mando a PF investigar.

Que ódio! Deu tudo errado. Tudo. Ou quase tudo, porque a Carminha não viu problema nenhum no desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Meu Marido. Mas eu já sabia que com a Carminha a gente sempre pode contar. Fora isso…

Deu. Tudo. Errado

Fora isso, deu. tudo. errado. Até defecaram na estátua do Meu Marido! Mas não adianta procurar porque a Veja apagou a notícia. Defecar, eca! E na imagem imaculada do Meu Marido, ainda por cima. Pode uma coisa dessas? Por isso é que eu uso e abuso (ah, se abuso! abuso mesmo!) do dinheiro desse zé-povinho. Onde já se viu uma nojeira dessas? Povo incivilizado.

Pra piorar, a escola de samba foi rebaixada. Pudera. Eu avisei pra eles. Quantas vezes eu disse: “Olha, esquece o Bozo. Vamos mostrar apenas as qualidades no Lula”. Mas parece que só eu vejo qualidades no Meu Marido.

Se não fosse por mim, olha, eu não sei o que seria do Lula.

A culpa é minha e eu ponho em quem eu quiser

E agora estão colocando a culpa em quem? Adivinha! Em moizinha, é claro. (Gostou do francês? Aprendi com o Macron). Ou seja, pedi dinheiro para a escola, queimei litros e mais litros de combustíveis fósseis pegando aviões da FAB pra ir ao Rio, tive que atravessar a ponte pra ir a NIterói City, usei assessores pagos com dinheiro público e, nos últimos meses, fui obrigada a conviver com povo. Tudo pra virar destaque, destaque negativo, do carnaval.

E quando tudo parecia ter sido apenas um pesadelo, eu tô aqui no bem-bom na Coreia, abro a coluna da Mô e leio que dei barraco e expulsei a filha do Lula do nosso camarotezinho na Sapucaí.

Dei barraco mesmo! Expulsei mesmo! Quem a filha do Lula pensa que é? A filha do Lula?

Olê olê olá, Lulá, Lulá

Nunca perdoei a sujeitinha. Se não fosse por ela, Lula teria sido eleito em 1989. E ela ainda tem a cara de pau de cantar “Olê olê olá, Lulá, Lulá”?! Over mai dedi bari.

O que a Mô não contou foi que a moça (“moça” é modo de dizer) veio toda-toda avisar Meu Marido da repercussão negativa do desfile.

Cala a boca, menina! Cê não sabe que o Lula não pode passar nervoso? Ah, falei mesmo! Esse pessoal não tem ideia do quanto me esforço pra manter o Lula felizinho na nossa bolha vermelha de democracia e justiça social.

Quem será que foi?

Ela saiu chorandinho. Sorte que Meu Marido, coitado, tava no mundo da Lua, todo feliz lá com os goró dele, e não percebeu. E não teria ficado sabendo de nada, não fosse por esse vazamento aí pra coluna da Mô.

Quem será que foi? A Lurian não deve ter sido. Ela tem medo de mim. Será que foi o Paes? Ou será que foi aquele que um dia chamamos de fascista? Eu digo pro Meu Marido: não confia nesse Alckmin aí, não. Mas ele tá velhinho e não me escuta, tadinho.

Vídeos de Trancoso

A única coisa boa disso tudo é que eu sei que amanhã ou depois ninguém vai se lembrar de nada: do desfile, da ala das famílias em conserva (adivinha de quem foi a ideia hihihihihihi), da Lurian ou do Paes imitando ceguinho.

Até porque, na remotíssima possibilidade de alguém ainda estar falando sobre esse carnaval de-sas-tro-so pra minha pessoinha, eu e o Sidônio damos logo um jeito de botar o Toffoli na frigideira. Outra vez.

Menino, você viu os vídeos? É, aqueles de Trancoso. Ah, nem te conto. Ou melhor, talvez eu conte. Mas só depois que os vídeos vierem à tona.

Até a próxima. Ou, como se diz aqui na Coreia, até a plóxima, né?
Janja

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Matéria: Gazeta do Povo

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Gabriel de Melo

Criador, fundador e locutor da Rádio Esperança e também do Blog Palavra de Esperança, tem como objetivo divulgar o evangelho de Cristo par outras pessoas através da Internet por meio dos louvores e da palavra de Deus nas mídias sociais.

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