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O Lula tem que ser celebrado

“Beijo com gosto de democracia” – Lindbergh Farias, deputado federal (PT-RJ), após beijar a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, no carnaval. O verdadeiro gostinho da democracia brasileira: tem bafo de onça, é profundamente constrangedor para todos os envolvidos, dá ânsia de vômito no eleitor e, no meio da confusão, sempre rola uma mão boba.

“Me tornei estatística, estou sem celular. Sem ódio, apenas tristeza. Não pelo celular, por todos nós. Demorou 33 anos, chegou numa noite de carnaval” – Jota Marques, educador popular, após ser roubado no Carnaval. A revolução não só não será televisionada, como você também não receberá a notificação pelo celular… que será devidamente socializado.

“Não ligue para aqueles que ficam dizendo que você não pode falar de Deus no carnaval” – Carlinhos Brown, cantor, sobre ataques sofridos por Cláudia Leitte. Ainda bem que temos os cantores de axé para defender a liberdade religiosa no Brasil, porque se fôssemos depender da Justiça…

“Nós somos o contrapeso da política, o oposto da política. Temos de fazer o trabalho do povo, não o trabalho dos políticos” – Wim Wenders, cineasta alemão, sobre a politização do cinema. É isso aí: Wim Wenders e aprendenders.

“Um dos nomes mais difíceis da história” – Donald Trump, após se enrolar para pronunciar o nome do presidente do Uzbequistão, Shavkat Mirziyoyev. Bom, tem um certo presidente com um nome muito mais simples, de apenas quatro letrinhas, mas uma história muito mais complicada.

“Eu não gosto de rapazes jovens e atraentes. Das mulheres eu gosto. Não me interesso por homens” – Donald Trump, após dizer que o presidente do Paraguai era um “rapaz bonito” durante reunião de seu “Conselho da Paz”. Quem muito se justifica, acaba se complicando.

“A jovem audiência LGBTQIA+ nas mídias sociais (sua atenção, libido e energia) foi tragada para o esgoto da banalidade, da fofoca invejosa, do estímulo ao ódio gratuito” – Jean Wyllys, ex-deputado, criticando o Portal Choquei. Ao contrário da época de ouro em que Jean Wyllys dava chilique no BBB e distribuía cusparadas no Congresso.

CarnaLula

“O Lula tem que ser celebrado. Eu acho que ele tem uma história fantástica” – Camila Pitanga, atriz. Certíssima! Chega de complexo de vira-lata de valorizar importados como Ali Babá ou Al Capone, quando temos um produto nacional muito superior!

“Não faz sentido cobrar rigor histórico ou questionar a troca da crítica social pela bajulação na Sapucaí. Olha o Brasil aí… gente!” – Michel Temer, ex-presidente preso por corrupção, defendendo homenagem a Lula, outro ex-presidente preso por corrupção. Pois é, exigir rigor histórico de uma escola de samba seria um absurdo tão grande quanto exigir coerência de Michel Temer.

“Diante da possibilidade de perseguição à escola e ao Lula por receber uma das maiores honrarias que um brasileiro pode ter, optei por não desfilar para estar ao lado da pessoa que mais amo na vida” – Janja Lula da Silva, sobre sua ausência em desfile que configurou potencial crime eleitoral. Coitada da Janja… passar o carnaval como babá, tentando manter o marido longe de uma contravenção, deve ser mesmo um trabalho hercúleo.

“É intragável ver qualquer pessoa fazendo propaganda de álcool, propagandeando uma coisa que, quando vira dependência química, vira doença” – Juca Kfouri, comentarista de futebol, criticando o técnico da Seleção, Carlo Ancelotti. Em defesa do Juca, a última vez que misturaram bebida, dependência química e futebol, o resultado foi a Democracia Corintiana… e o Casagrande tá aí pra provar que o estrago foi imenso.

“Esperamos um julgamento justo, técnico e transparente, que não reproduza perseguições, interesses ou pré-julgamentos” – nota da Acadêmicos de Niterói, escola de samba que homenageou Lula e acabou rebaixada. O erro foi pedir julgamento justo e transparente. Se tivessem exigido apuração em urna eletrônica com supervisão do TSE, era nota 10 em todos os quesitos.

“Se paguei, pagaria de novo” – Augusto de Arruda Botelho, advogado de diretor do Banco Master famoso por voar no jatinho com Dias Toffoli, sobre o uso de dinheiro público para financiar desfile homenageando Lula. É uma atividade que, para certas pessoas no Brasil, compensa. Apesar de dizerem que não.

“O desfile da Acadêmicos de Niterói e os comportamentos de Lula, Janja e ministros passaram longe do crime eleitoral” – Reinaldo Azevedo, blogueiro, absolvendo Lula de crime eleitoral na Sapucaí. Lula pode até nunca ter sido inocentado nos tribunais, mas nas bancadas de certa imprensa, a absolvição é sempre garantida.

“Foi Janja, foi Lula, sim. Eu fiquei muito feliz, não tinha como não aceitar esse convite” – Paulo Vieira, ator que interpretou Lula na Sapucaí, admitindo participação direta do presidente na organização do desfile. Interpretou o Lula tão mal que não conseguiu roubar nem a cena. No fim das contas, o possível crime eleitoral foi  a única homenagem realmente digna do homenageado.

“Jornalista que não é ativista, não é jornalista” – Chico Pinheiro, blogueiro de esquerda. Quando li “pinheiro”, pensei que fosse a árvore… mas a declaração foi de um QI baixo demais até para um vegetal. 

“Isso é tão bom pra democracia como a destituição da Dilma foi boa para a democracia. Ou seja, foi péssima” – Reinaldo Azevedo, sobre o possível impeachment de ministros do STF envolvidos em escândalos de corrupção. Bom mesmo para a democracia é ter juízes com poderes supremos e ilimitados, prontos para nos blindar dessas grandes ameaças: a responsabilidade fiscal, o devido processo legal e, claro, a liberdade de expressão.

“Eu vou acabar achando, se ninguém me explicar isso, que o Supremo está fora da Lei” – Demétrio Magnoli, jornalista, sobre Moraes coordenar, relatar e julgar casos envolvendo a própria esposa. Cuidado com essas conclusões precipitadas! Daqui a pouco você vai acabar acreditando nas teorias da conspiração que dizem que o céu é azul, a água é molhada e político mente em ano eleitoral.

“Eu conheço isso, isso é o pessoal do Mossad” – Alexandre Barci de Moraes, cônjuge da Vivi e ministro do Supremo (STF-SP), sobre a Black Wall Global, empresa de cibersegurança contratada para destravar celular de Daniel Vorcaro. Traduzindo para a linguagem do morro: corre que os cana tão aí!

“É essencial nos atentarmos às narrativas que querem colocar a população contra o ministro Dias Toffoli e tudo o que ele fez e faz pelo país” – Nota do União Progressista, assinada por Ciro Nogueira, ex-ministro de Bolsonaro. Chega a ser emocionante o apego à democracia e a defesa desinteressada dos valores republicanos!

“Certamente recomendaria, é muito bonito. Para business, eu acho que não é forte, não” – André Esteves, banqueiro preso pela Lava Jato, sobre o Resort Tayayá, onde se encontrou com Dias Toffoli. Sejamos justos com o Tayayá: quando o seu “business” envolve banqueiros enrolados e ministros do STF conspirando na surdina, um hotel lotado de turistas com o celular na mão não é mesmo o ambiente ideal.

“Ele vai pra cima de quem organizou esta pancadaria no STF. Banqueiros, imprensa, Executivo” – Ministro Anônimo do STF, sobre planos de Moraes para atacar as instituições em busca de vingança contra vazamento sobre o relacionamento de ministros do STF com banco envolvido em corrupção. Será que o STF está indo longe demais em sua defesa intransigente da democracia?

“É menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República” – Kleber Cabral, presidente do sindicato dos auditores da Receita Federal. E, para provar que ele está errado, Moraes o intimou a depor após esta declaração.

“Há poucos atletas de esquerda porque lhes falta informação” – Raí, ongueiro e ex-jogador de futebol. A tal informação que falta, imagino eu, é o caminho das pedras para faturar uma verbinha pública para sua ONG ou, quiçá, até uma vaga na Câmara.

“Se alguém é de esquerda como você, Raí, ou está no meio da roubalheira ou é limitado cognitivamente mesmo” – Lucas Di Grassi, piloto da Fórmula E, respondendo a Raí. O Raí não tomava um baile tão grande assim desde aquele jogo contra a Suécia na Copa de 94, quando acabou indo pro banco…

“Volto a dizer: se não fosse esse Supremo Tribunal, não haveria o combate à corrupção no Brasil” – Dias Toffoli, dono de resort e ministro do Supremo (STF-SP), em setembro de 2019. Graças ao STF, a incansável luta contra a corrupção permanece mais viva do que nunca! Até porque, se os corruptos não estivessem todos soltos, talvez nem teríamos contra quem lutar.

Matéria: Gazeta do Povo

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Gabriel de Melo

Criador, fundador e locutor da Rádio Esperança e também do Blog Palavra de Esperança, tem como objetivo divulgar o evangelho de Cristo par outras pessoas através da Internet por meio dos louvores e da palavra de Deus nas mídias sociais.

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